Expedições
 
Expedição da soja
Expedição da soja

As belas propriedades de seu Argino Bedin e Nadir Sucolotti



A Expedição da soja começa em Sorriso, no Mato Grosso e eu mergulhei direto na lavoura. Cedo da manhã tocamos para a Fazenda Santa Anastácia, onde o Sr. Argino Bedin nos recebeu com toda a simpatia do mundo. Conversamos bastante e ele nos mostrou toda a propriedade e as máquinas trabalhando na lavoura.

Primeiro, numa estrada interna da fazenda, encontramos um jacaré numa área onde não deveria haver um jacaré, longe de qualquer água. No meio de uma recém plantada lavoura de milho. Não achamos explicação e deixamos o animal seguir sua vida.

Sabe aquela cena de várias colhedeiras trabalhando na plantação, uma ao lado da outra? Pois é, pudemos assistir ao trabalho de sete delas na lavoura do Seu Argino. Cada uma vale R$ 900 mil, cruz credo!

Demos mais algumas voltas, sem nada de 4×4, já to meio contrariado! No final de tarde seguimos até o paraíso que existe em Sorriso, nas terras do Nadir Sucolotti. Ele é uma fera! Sabe tudo de lavoura, é um dos pioneiros e, melhor de tudo, tem um jipe 1954 super conservado. Eu encarei um assado de cordeiro escutando as histórias de como começou o desbravamento da região.

Na chegada de volta à cidade, havia um show de uma dupla sertaneja, não lembro o nome, mas apelidamos de Digo e Não Digo. Devem ser famosos.

A noite prometia. Mas meu dia ficou por aqui.


E no meio do caminho tinha uma anta!



Ontem esqueci de uma coisa! Quando seguia para o jantar na casa do Nadir, há uns 50 quilômetros de Sorriso, eu estava ultrapassando um carro e, no meio da estrada, saindo do mato, apareceu uma ANTA! Um bicho grande, uns 350 kg, bem tranquilo atravessando o meu caminho. Com bom espaço, diminuímos a velocidade e com segurança realizei a ultrapassagem depois do mato. Imagina atropelar um bicho destes?

Neste sábado saímos do hotel depois do ritual de fechamento de conta. Não sei por que, mas em todos os lugares, fechar a conta é uma dificuldade. Que coisa! O bom foi que pudemos andar rápido, a estrada com pouco movimento e bom asfalto permitiu usar a cavalaria da Frontier.

O almoço foi na fazenda do Roger, em Diamantino.

Com tranquilidade passamos pela temível BR 163 e chegamos em Cuiabá, onde encontramos com uma turma de jipeiros e seguimos sem demora para a Chapada dos Guimarães. A ideia foi fugir do calor escaldante da capital de Mato Grosso e já ficar perto de um ambiente mais favorável, o Fora de Estrada.

Terminamos o dia tomando cerveja num boteco na frente da praça. Tinha goiano, mineiro, gaúcho, catarinense e mato-grossense, todos irmanados no 4×4.


Um dia no Pantanal



Andar pelo Mato Grosso sem conhecer a Transpantaneira não vale. Assim sendo, me encontrei com o Tairone em Cuiabá para seguirmos para a tão famosa estrada.

Já na entrada da estrada paramos para conversar e conhecer o Zico, um jacaré manso mas ainda assim ele assusta! A estrada estava boa, sem buracos e com a agua ainda baixa, logo chegamos na Pousada das Araras. Depois do almoço fomos conhecer o mirante, uma torre de madeira com 20 metros de altura. Para chegar lá era barbada, era só seguir um caminho de 800 metros de madeira, elevado e seco. Mas no meio do caminho eu já estava preto de formigas, tive que fazer o final do trecho correndo. E o pior, o retorno pelo mesmo caminho tomado pelas formigas. Que bicho desgraçado!

Continuamos o passeio pelas fazendas no Pantanal, muito bonito, mas eu tava todo dolorido e ainda coçando das picadas das formigas.

Boa maneira de encerrar as Expedições da Produção.

12 a 15 de fevereiro 2011
Data: 12/02/2011


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