Aventuras
 
Nascente do Rio Agrio
Nascente do Rio Agrio
Nada de grandes nevascas até agora!

Isto nos permite ir mais longe nos nossos desafios. Hoje saímos na direção do Hito 3, um dos marcos de fronteira entre Chile e Argentina. Já havíamos chegado nele no primeiro dia, mas o vento estava muito forte e acabamos não vendo nada.

A tocada foi tranquila pois já conhecíamos o caminho. Como a neve estava dura e havia muito gelo nós usamos mais uma artimanha para encarar as S10, a Monster e a Brigitte. Os pneus do Wrangler Wanderléia usavam apenas 3 libras de pressão, nada mais. Bom, só uma coisinha! Paramos o carro e tiramos uma sacola cheia de cravos para gelo. Com uma parafusadeira em poucos minutos colocamos uns 50 piercings nos 40 polegadas. A Wanderléia hoje era uma ‘punk’.

E assim passamos adiante do Hito 3 e entramos por uma inclinação lateral no território chileno. Paramos num topo de penhasco para tirar fotos e seguimos em direção da face sul do vulcão Copahue, queríamos chegar perto de onde nasce o rio Agrio.

Os jipes estavam um pouco espalhados, as duas S10 já no caminho e a Wandeca lutando para subir a encosta. Nisto eu vejo a silhueta de uma pessoa caminhando na nossa direção, longe, no meio daquele nada. Sensação de pavor! Só poderia ser um Carabinero da fronteira chilena que iria nos mandar para a cadeia... Pouco tempo mais, já refeito do susto vejo que é o Fernando que saiu a caminhar para ver se achava a passagem para o vale chileno.

Que susto, afinal estávamos em território chileno sem autorização. Mesmo naquele deserto da montanha eles não brincam em serviço.

Por via das duvidas, viramos os jipes na direção da Argentina e caímos fora daquela situação.

O fato é que achamos a passagem na direção do vulcão e chegamos no rio Agrio. Este rio nasce com água quente na montanha, mas esta água em contato com o enxofre se transforma em acido sulfúrico, o mesmo das baterias dos carros! Este mesmo rio acido forma o lago Caviahue, este é o motivo do lago não ter peixes nem nenhum tipo de vida. Nós cruzamos o rio por cima de uma ponte de gelo, ninguém tinha vontade de testar a acidez da água.

O Vicente, Paulo Cear e o Cristian resolveram subir a pé numa encosta de pedras. Nós outros, ficamos olhando. Onde estes caras irão chegar? Não foram muito longe. O vento frio e a subida forte fez eles voltarem rápido.

O caminho por este lado da montanha estava cheio de pedras grandes, estávamos lentos. A decisão foi cruzar novamente o Agrio e começar o retorno.

De cima do morro era possível ver a cidade e o lago em forma de ferradura de Caviahue. Na chegada na cidade, nós seguimos direto para a estação de ski para um chocolate quente.

O dia foi curto, eram 17 horas e estávamos de volta no hotel.

A Wanderléia tá uma gata com os piercings...
Data: 15/08/2012


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