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Expedição do café
Expedição do café

Pneu furado dá susto no começo da rota do café



Depois da Expedição do Arroz, embarcamos para mostrar o café de Minas Gerais e Espírito Santo. O caminho foi traçado com início em Uberlândia (MG) e final em Guarapari (ES).

Chegamos no aeroporto de Uberlândia ao meio dia, peguei a Frontier e fui colocar os equipamentos. Nisso, o motorista que trouxe a Nissan até aqui disse que tinha furado um pneu, só um furinho.

Por segurança fui numa borracharia trocar pelo pneu reserva, mas ninguém conseguia achar o defeito, procuramos no outro lado também e nada de furo ou conserto. Assim fui conferir o pneu reserva e, surpresa! O pneu já estava trocado e o reserva tinha um corte de dez centímetros!

Só um furinho!

Escapamos de uma boa.

Depois, em segurança, seguimos até Patrocínio (MG) por asfalto. Sem furinho no pneu!


Porteira da Serra e Chicão: os pontos turísticos de Araguari (MG)



O dia começou tranquilo em Minas Gerais. Deixamos Patrocínio e seguimos direto para Araguari, a pouco mais de uma hora de asfalto.

O Henrique e o João, da Basf, nos guiaram até o restaurante Porteira da Serra. Eu acho que este é o verdadeiro ponto turístico da cidade, e mais: o Chicão, além de dono do restaurante deve ser a personalidade da cidade, o cara é a alegria em pessoa. O almoço foi uma festa, a comida típica da região é espetacular.

A cachaça premium que o Chicão serviu, eu fiquei só na vontade, pois o trecho de estrada da tarde era longo até Guaxupé, cerca de 500 quilômetros.

Neste deslocamento continuamos incomodando o Marco, agrometeorologista da Somar, que vai nos acompanhar em toda a Expedição do Café, afinal a previsão era de chuvas ocasionais em pontos isolados. Como na chegada de Guaxupé tivemos uma chuvarada bem localizada descobrimos onde fica “Pontos Isolados”.

Quando a meteorologia disser que vai chover em pontos isolados, agora você já sabe, fica no sul de Minas, quase na divisa com São Paulo!


Café e trilhas para levantar os ânimos!



O dia começou tranquilo, fomos conhecer a maior cooperativa de café do mundo, uma coisa de louco. Mas o que me chamou a atenção foi uma bebida, gelada, feita à base de café, muito boa mesmo.

Depois nos deslocamos até Varginha, uma estrada muito bonita, com relevo bem acidentado. Fiquei imaginando uma trilha com muito barro vermelho. Trilha nada, fomos ao Pro-café, uma Fundação especializada em desenvolvimento de tecnologias para o café.

Tudo muito interessante, verdade, mas eu já estava precisando de alguma adrenalina, parecia um cachorro de orelhas murchas.

Eu acho que o Rafael, diretor do Mundo 4×4, viu que a moral estava um pouco abalada. As 5 da tarde ele disse:

- chega de café! Liberou nossa equipe de apoio para seguir até Lavras e falou:

- Chakal, acha uma trilha e melhora esta cara!

Parece que ligaram um fio de alta energia. O Demetrio, cinegrafista 4×4 “Galo Véio”, sentiu que era a hora da emoção fora de estrada. Pegou a câmera e pulou pra dentro da Frontier. O nosso convidado, o Marco, veio junto e em 10 minutos já estávamos na estrada procurando um morro com trilhas que eu havia enxergado no deslocamento, uns 15 km antes de Varginha.

Eu entrei na propriedade e pedi permissão para andar nos caminhos entre os cafezais. A dona Rosa falou que ali só andavam em carro de boi. De caminhonete não tinha como.

Com um sorriso estampado no rosto eu disse que iríamos tentar assim mesmo. Ela, também com um sorriso, disse para tentarmos.

Sai em disparada, mal esperando o cinegrafista se colocar com a câmera para captar as imagens.

Em poucos minutos de desafios e alguns sustos eu já estava revigorado e disposto. A Nissan se portou muito bem, com tração 4×4 e a cavalaria empurrando forte eu consegui me divertir bastante nas inclinações da plantação. Agora estava de orelha em pé, como um cachorro que ganha um osso.

Por falar em cachorro, na saída da trilha me aparece um cachorrinho abanando o rabo, acho que feliz da vida com o movimento, e a visita inusitada nos seus domínios. E assim seguimos para o hotel, um cachorro e um Chakal satisfeitos com o final do dia. Valeu!


Um engarrafamento para botar equipe e Nissan à prova



O dia foi reservado para o deslocamento entre Lavras e Vitoria, no Espírito Santo, passando por Belo Horizonte (MG). Quem nos acompanhava agora era o Pedro, fazendo o apoio da Basf para a Expedição do Café.

Tudo seguia muito bem até a saída de BH, então parou tudo, mas parou mesmo. Eu botei a Frontier por cima da grama, já fora do acostamento e, consegui chegar num posto de combustíveis onde almoçamos.

Almoço rápido, o transito estava começando a se movimentar. Que nada, andamos pouco mais de 2 km e parou tudo de novo. Já estava conferindo as estradinhas que apareciam no GPS bem atualizado pelo Claudio da Santa GPS, alternativas havia. Eu não sabia como eram estas estradinhas e senti que o grupo aceitou o plano B, mas com dúvidas, porque ninguém saía do engarrafamento? Por que só nos?…
“Oh homens de pouca fé”!

Entramos numa estradinha e já aparece um pequeno arroio e lá pelas tantas o GPS mostrou uma trilhazinha com uma porteira na entrada. Os infiéis queriam voltar para a tranqueira, insisti e seguimos, era uma trilha muito boa para a Nissan, o terreno muito acidentado não incomodava a caminhonete.

Mais adiante, ainda com as dúvidas da turma, a trilha voltou a ser estradinha e logo chegamos em Ravena, com o asfalto todo para nossas caminhonetes. Uma fila enorme, agora no contra fluxo.

O tamanho do deslocamento junto com os problemas do trânsito fez que nossa chegada em Vitória ocorresse depois da meia-noite, cansados, mas com a moral firme e forte.


Um dia longo e cheio de atrações até a chegada em Vitória (ES)



Como a noite de terça- feira foi longa, chegamos ao hotel de Vitória depois da 01:30 da manhã. A saída foi depois das 9h. De Belo Horizonte até Vitória, a estrada é terrível.

O roteiro nos levava para o interior do Espírito Santo. O senhor Egídio, que é diretor da Abic foi o nosso convidado. E parece que ele nos trouxe sorte: quando chegamos na lavoura tinha chuva. A previsão do nosso agrometeorologista Marco foi perfeita.

Depois de falar sobre o café da região foi possível brincar no barro vermelho. O senhor Egídio gostou. Tenho que fazer uma trilha nesta região e ele vai de Zequinha. Ficou tratado!

O retorno para Vitória foi pela estrada ES -10, próximo do mar, estrada bonita, muito bonita mesmo.


Rota do café chega ao fim com direito a praia e moqueca!



O pessoal do hotel parece ser meio lento, com má vontade para tudo. Perguntamos sobre a praia e o atendente falou que era maravilhosa e muito boa para banho. Logo ficamos sabendo que é poluída e imprópria para banho. Depois de todo o dia na estrada, perguntamos para a moça onde havia um restaurante próximo, para irmos caminhando. Depois de um tempo, longo, pensando, ela ensinou uma pizzaria bem pertinho. A caminhada foi de uma hora e 10 minutos. Não podem ser bons da cabeça, não podem.

Hoje começamos cedo, bem cedo. O Demétrio, nosso cinegrafista, queria algumas imagens do sol nascendo, acordou ainda de noite e foi para a beira-mar. Mas apareceu uma nuvem que tapou tudo, azar.

A equipe da produção, Rafael e Álvaro, ficou no hotel botando em dia a parte burocrática da Expedição. Eu e o Demétrio fomos captar umas imagens das praias.

Ao meio-dia todos juntos fomos para a praia de Meaípe, o desafio agora era culinário. A melhor moqueca do mundo foi traçada em instantes, sem brincadeira, muito boa mesmo. Ainda tivemos tempo para tirar a poeira das trilhas num banho de mar.

Foram 3.200 quilômetros de estradas e trilhas na Expedição do Café, que venha a próxima!

22 a 27 de janeiro 2011
Data: 22/01/2011


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